Histórico da Criação da ASTEQ - Escola Técnica

A ASTEQ é uma Instituição que se destina a formar técnicos, especialistas e educadores, de acordo com as necessidades da comunidade da região do Vale do São Patrício e do país, desenvolvendo pensamentos científicos, onde estudantes e professores realcem íntima relação entre ensino, pesquisa e extensão. Essa é a premissa técnica que orienta a história da ASTEQ no que diz respeito às opções metodológicas e pedagógicas.

Inserida no contexto regional de Goiás, a história da criação da ASTEQ está indiretamente ligada à história da construção de Brasília, quando o então Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira assumiu a atitude política de construir Brasília no planalto central. Esse fato promoveu a expansão econômica do estado de Goiás e a interiorização regional proporcionando o desenvolvimento da região do Vale do São Patrício, que é uma das importantes regiões do estado de Goiás e que teve sua ocupação e desenvolvimento impulsionados, pela criação inicial da CANG – Colônia Agrícola Nacional de Goiás, em l941, trazendo para esta região colonos de vários estados brasileiros e também de outros países.

O desenvolvimento da região foi consolidado graças ao esforço do administrador da Colônia e sua equipe, que colaborou com o Engenheiro Bernardo Sayão, um sonhador e realizador e também responsável pela construção da BR 153, via de comunicação mais importante para a nação, pois fez a ligação Norte – Sul do Brasil.

A região do Vale do São Patrício está localizada na mesma região do Centro Goiano e micro região de Ceres (IBGE/2008)¹, geograficamente possui situação privilegiada, a menos de 200 km de Goiânia, capital do estado de Goiás e de fácil acesso a Anápolis, Brasília e Norte do Estado. É constituída de 22 municípios, os quais: Barro Alto, Carmo do Rio Verde, Ceres, Goianésia, Guaraíta, Guarinos, Hidrolina, Ipiranga de Goiás, Itapaci, Itapuranga, Morro Agudo de Goiás, Nova América, Nova Glória, Pilar de Goiás, Rialma, Rianópolis, Rubiataba, Santa Isabel, Santa Rita do Novo Destino, São Luiz do Norte, São Patrício e Uruana, abrangendo uma área de 35.978,3 km², com uma população de 318.694 habitantes. A população urbana é de 232.173 habitantes e a rural de 86.521 habitantes. A taxa de urbanização é crescente e acentuada, exigindo investimentos públicos para atender à demanda de bens e serviços.

A cidade de ITAPACI originou-se das fazendas Barra e Água Fria, região, que anteriormente foi habitada pelos índios Canoeiros e Curuxás. Ainda restam vestígios de sua existência, como escritas não decifradas nas fraldas da Serra da Figura que dista a 20 km do centro da cidade. Em 1924 ali se fixaram algumas famílias, grupo pioneiro que começou a preocupar-se com a fundação do povoado. Com a doação de 10 alqueires de terras, procedeu-se ao levantamento de um CRUZEIRO, em 2 de junho de 1935, dando início ao povoado que recebeu o nome de “Água Fria”, da Fazenda que lhe deu origem, e mais tarde “Floresta”, em virtude das densas matas adjacentes. Obteve a categoria de distrito em 31 de outubro de 1938, instalado em 15 de março de 1939 com a nova denominação de “Itapaci”. Em 19 de julho de 1945, pelo Decreto-Lei Estadual nº 55, transferia-se para o distrito a sede de “Itacê” (Pilar de Goiás), tornando-se município, instalado oficialmente em 11 de agosto de 1945.

Itapaci significa em tupi, “Pedra Bonita”. Possui rios em seu entorno e preserva em sua identidade o clima de cidade interiorana, mas seu avanço industrial promove um desenvolvimento rápido. Itapaci é conhecida pela sua Usina de Cana de Açúcar, que disponibilizou muitos empregos para a cidade. É uma cidade em expansão de outra não menos visionária, Brasília, a capital do país e marco importante na marcha para o desenvolvimento do Centro-Oeste. A pequena propriedade desaparece, cedendo lugar a criação de gado e a plantação de cana. Aos 64 anos de sua existência, ITAPACI, a “Pedra Bonita” faz surgir na sua terra outro lado da história. Não há mais que lavrar a terra, há que “lavrar e elevar” a alma do homem. Desponta vigorosa uma nova cultura: O saber, o ensino a pesquisa e a extensão, favorecidos com a instalação de Unidade Universitária.

São municípios limítrofes de Itapaci: Pilar, Novo Oriente, Nova Glória, Ceres, Guarinos, Rubiataba e Nova América. Itapaci dista de Goiânia 240 km. Seu clima varia entre 25 graus a 33 graus. Seu fuso horário é UTC-3.

A população total do município é de 17.086 habitantes, (IBGE/2009)².

Sua área é de 956,261 de km² e sua densidade demográfica é de 15,6 habitantes por km². O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,724 médio (PNUD/2000). Seu PIB é de R$ 97.624 mil (IBGE/2005) e PIB per capita de R$ 6.627,00 (IBGE/2005).

A educação em Itapaci, segundo os dados estatísticos do IBGE/2006, apresenta os seguintes números: alunos matriculados no Ensino fundamental – Escola pública estadual: 1.867 alunos, Ensino fundamental – Escola pública municipal: 679 alunos, Escola fundamental – Privada: 902 alunos. Total de alunos matriculados no ensino fundamental: 3.448; Ensino médio – Escola Pública estadual: 576 alunos, Ensino médio – Escola privada: 221 alunos, Ensino pré-escolar – Escola pública municipal: 328 alunos. Total de alunos matriculados no ensino médio: 797 e, Total de alunos matriculados na pré – escola: 328.

Nas escolas (pública Estadual, municipal e particular) – Ensino fundamental (ano 2006) há 171 Docentes; no Ensino médio público estadual e particular – ano 2006, 50 professores e na pré-escola municipal, 16 professores.

No ano de 2006 havia 5 escolas (públicas estadual), para o ensino fundamental e uma para o ensino médio; 3 escolas do ensino fundamental (pública municipal) e 01 escola do ensino fundamental (privada). Uma escola do ensino médio (privado); e 3 (municipal) para a pré-escola.

As demandas se fazem presentes em todas as áreas, promovendo um processo natural de possibilidades de criação de uma Escola Técnica de visão comunitária, embora de gestão particular.

Essa foi uma das diretrizes pelas quais os seus idealizadores resolveram fundar a ASTEQ em Itapaci, no vale do São Patrício. Para esse grupo fazia sentido criar a Escola Técnica, pois ela contribuiria para a política de interiorização do país.

Os idealizadores tomaram a iniciativa no sentido de unir propósitos e criaram a Associação de Ensino Profissionalizante e Qualificação Profissional e Fomento Cultural do Vale do São Patrício – ASTEQ, mantenedora.

A ASTEQ foi criada no dia 8 de março de 1999, como sociedade civil de direito privado com objetivos educacionais, culturais e sem fins econômicos. Em 20 de setembro de 2009 tiveram início os procedimentos internos da mantenedora para o credenciamento da ASTEQ. Iniciou-se um movimento para ser parceiro do desenvolvimento cultural, educacional e socioeconômico de ITAPACI, implementando cursos e programas de nível técnico, como resposta ágil e competente às necessidades da comunidade do Vale do São Patrício.

A ASTEQ, como instituição de educação técnica, tem como missão a formação de profissionais competentes e atualizados, nos vários campos de conhecimento, com base nas inovações científicas e tecnológicas nacionais e internacionais, valorizando os princípios humanistas e éticos na busca da cidadania plena e universal. Sua visão de futuro é ser reconhecida como Faculdade que oferece cursos superiores, em várias áreas do conhecimento, consolidadas e emergentes, pautada nas ações de ensino, investigação científica e extensão, tendo como diretrizes: a interdisciplinaridade, a sustentabilidade regional e nacional, a responsabilidade social, a educação continuada, a pluralidade filosófica e a diversidade, a fim de desenvolver processo de construção da aprendizagem que gere nos atores sociais o aprender a aprender, em consonância com a legislação em vigor.

Neste contexto, a ASTEQ tem como propósito promover futuramente a educação superior combinada com a qualificação técnica, focado na aprendizagem que permita o desenvolvimento do cidadão de modo integral, buscando à auto realização e a formação de profissionais, com visão tanto generalista quanto multidisciplinar, conscientes de seu papel social no envolvimento com as mudanças. Empreendedores no sentido da consolidação de novos negócios, sempre em um contexto de atualização contínua que possibilite atuação no mundo do trabalho, sem, contudo, perder de vista a realidade nacional e internacional.

Assim, a ASTEQ tem por finalidade contribuir para a construção de uma sociedade solidária e democrática, dentro dos princípios do estado de direito e da liberdade, promovendo a formação integral, humanista e técnico-profissional dos membros de sua comunidade acadêmica, nos vários campos do conhecimento. Este documento tem como objetivo conscientizar nossos alunos sobre o contexto histórico que motivou a criação de nossa Associação, no Vale do São Patrício, com o objetivo primordial de contribuir para a formação de nossos jovens e adultos na busca de um País mais justo, mais fraterno e mais igualitário e que tenham condições plenas de contribuir para o fortalecimento e desenvolvimento de nossa nação de forma qualificada, profissionalizada e, sobretudo respeitando o próximo dentro da plenitude da formação humanística.

Patrícia Ferreira de Farias de Alencar

Presidente da ASTEQ

¹ – Esses dados carecem de atualização visto o crescimento econômico/populacional vertiginoso, da região, nos últimos seis anos.

² – Esses dados estão desatualizados devido ao crescimento vertiginoso econômico/populacional da região.

Vídeo Institucional

Foto da Equipe
Foto da equipe em aula

Diretoria – 2016/2021

Conselho de Administração

Presidente

Vitor Benito Blanco

Conselheiros

Cleudinéia Pereira Da Silva
Fabrício Oliveira Da Silva Vieira
Flávio Oliveira Dias
Kélcia Pereira Cabral
Liyzanne Karine Lopes
Pedro Teles

Diretoria Executiva

Diretora Geral

Kézia Priscila Pereira Gomes

Diretora Executiva

Patrícia Ferreira de Farias de Alencar

Diretor Técnico

Lázaro Alves Fernandes Neto

Conselho Fiscal

Titulares

Edner Ricardo Rodrigues
Maria Lúcia Ribeiro Martins
Célia Maria Cardoso Marques Pimenta

Suplentes

Viviane Maria de Freitas
Lázaro Alves Fernandes Neto

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